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sábado, 3 de março de 2012

Super Bowl XLVI - A natureza dos grandes. New York Giants campeões!


Um sonho se torna realidade em Indianapolis... 


Existem jogos que possuem a capacidade de mudar a história de muitos envolvidos na campanha da equipe até o momento daquela partida. O sangue derramado, o suor caido, a fé inabalável. Tudo faz parte de um todo, e o todo naquele dia, naquelas minutos em campo faz parte de tudo o que foi feito. Poucos quarterbacks na história de uma franquia demonstraram tamanha dedicação e entrega quanto o dos Giants nessa temporada. Eli Manning ajuda a reescrever mais uma vez a história não só de sua franquia quanto do futebol americano. Ele cala de uma vez os criticos que diziam que o garoto não era grande coisa, sua performance no jogo demontrou maturidade, olhar preciso nas horas de tensão e passes excelentes e fundamentais para o seu companheiro nessa conquista, o excepcional Victor Cruz que foi o elo imprescindivel nessa conquista de Nova York.
Se de um lado, a vitória tinha sabor de tabu mantido, do outro a franquia de New England caí novamente para o mesmo algoz de 2008, personagens da maior rivalidade nos esportes americanos (Boston x NY). Brady se esforçou, gritou, abaixou a cabeça, lançou bolas e bolas, e bolas para o nada.  No inicio da partida, o quarterback dos Patriots quando para não sofrer um sack ele cometeu uma falta  de intentional grounding dentro da end zone. Erro que custou a Tom Brady os primeiros pontos dos Giants na partida 2-0, graças ao trabalho do defensive end Juntin Tuck em cima de Brady.
O New England Patriots parecia demonstrar uma reação inicial, quando recuperou um fumble na jogada seguinte, quando fez mais uma falta e devolveu a bola a Nova York. Quando na jogada seguinte... Eli Manning acha Victor Cruz. Touchdown Giants. 9-0.
O desespero podia ser sentido no ar pela equipe de Boston. Bill Belichack consultando as jogadas. Tom nervoso gritando com o time. No inicio do segundo quarto, os Patriots abriram o placar com um field goal. Em seguida, por meio de um no huddle (quando o QB inicia a jogada ofensiva sem a formação de uma conferência de jogadores em torno dele), confundindo a defesa dos Giants que pareciam programadas para seguir o comando de um traço na prancheta, permitiu a 15 segundos antes do half time o touchdown da virada dos Patriots. Conexão de Brady para Danny Woodhead. 10-9.

Show do intervalo! Com Madonna...


O time toma um ar fresco, ouve as instruções dos seus respctivos treinadores e volta para a batalha. Sem alterações na sua formação, os Patriots voltaram com as mesmas jogadas rápidas e sem formação de conferência, a defesa de NY bobeou e a mais um touchdown para os Patriots. Brady acha Aaron Hernandez, que substituiu o tight end Rob Gronkowski, lesionado porém em campo.
Impondo um ritmo impressionante, as defesas de ambas as equipes, isso incluindo os Giants, com uma secundária e defesa carregando um dos piores números nessa temporada. Com dois field goals, os Giants colocaram uma diferença menor no placar: 17-15.


Com o quarto periodo correndo no cronometro, Brady fez uma campanha de seis minutos improdutiva. Errando passes, não achando que pudesse agarrar a bola a tempo o jogo foi decidido quando aos 3 minutos do quarto periodo a bola volta para NY. O que parecia ser inevitável, se tornou irreversivel quando sob um Lucas Oil Stadium em extase, Eli Manning faz a jogada de sua vida ao arremessar uma bola de 38 jardas para Mario Manningham ao se desvencilhar de um, de outro, lança a bola um, e completa assim 9 jogadas.
Numa posição em que controlavam o jogo a menos de 1min30 do fim da partida, Ahmad Bradshow acaba anotando visivelmente pressionado pela defesa de New England um TD bastante impreciso a ponto dele sentar no chão ao atravessar a linha da endzone.
Com um drive de 80 jardas, algo impossivel, mas uma tentativa final, Tom Brady sacramenta o obvio: a bola quase chaga para Rob Gronkowski, tendo por objetivo alcançar Aaron Hernandez na endzone, quando a bola toca o chão, ao som de uma explosão entre caminhões aos ouvidos do time dos Patriots, principalmente ao ouvido do QB Tom Brady que tentou evitar uma reedição do Super Bowl de 2008, quando a equipe perdeu para o mesmo Giants.


Eli se distancia do seu irmão mais celebre e famoso, Peyton Manning pelo o fato de já ter conquistado dois super bowls, ao contrario de Peyton que possui apenas um. Outro detalhe foi a coincidência com a questão do estádio local do jogo ser a casa da atual equipe de Peyton, os Colts que tiveram uma temporada pavorosa dado ao seu estado de saúde devido a uma lesão no pescoço.
Na minha opinião, o jogo transcendeu os limites do que pode ser chamado de rivalidade. O famoso ex-jogador dos Red Sox, Curt Schilling comentou aos canais ESPN que a rivalidade entre as cidade transcende tudo o que conhecemos sobre os esportes americanos. Boston e Nova York mantém essa mesma tensão nos jogos entre os Yankees e Red Sox, ou até mesmo entre os Celtics e Knicks. Uma vitória sobre um rival, ainda por cima numa sequencia como está vista. Duas vezes seguidas é de se impressionar.
O Super Bowl foi marcada pelo que pode ser uma dobradinha promissora Tom Coughlin e Eli Manning no comando dos Giants pelas próximas temporadas. O certo "desprezo" dado ao tight end Rob Gronkowski que disse em entrevista ter se sentido bem a partida inteira para receber passes de Tom Brady, sendo que estre o preteriu em nome de Aaron Hernandez na mesma posição em campo dentro das jogadas ofensivas. Os erros de Brady foram o outro ponto, foram de infantis a catastróficos. Uma defesa que precisa melhorar, que é a dos Giants, apesar do bom trabalho cumprido nessa partida importantíssima.
A franquia agora sorri e pode respirar aliviada. Uma campanha na tabela que oscilou muito no inicio da temporada, se viu ressurgir com ótimas atuações de Manning, que dado todo o mérito foi eleito o MVP da decisão. Os Giants são de fato grandes, pelas barbas do caçula dos Manning.

NFL só em setembro... :(  mas aqui todos os detalhes do Draft 2012 e mercado da bola oval.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cinco Coisas sobre o Super Bowl que você achou que sabia!

Daqui algumas horas, o mundo inteiro se volta para Indianópolis.

É inegável que ninguém sabe vender uma ideia, um produto, como os americanos e isso se estende desde a um saco de salgadinhos até mesmo a um evento das proporções que é um Super Bowl. A logística, o aparato todo é coisa de Copa do Mundo, de Olimpíadas. Parece exagero? Nos últimos anos, a preparação para eventos como o Super Bowl nos EUA, geram receitas liquidas de centenas de milhões de dólares, para um público que não se restringe ao eixo EUA, mas para  expectadores em centenas de países, com transmissões e coberturas ao vivo da partida. Para servir toda essa fome por futebol americano, são gastas quantias orbitantes de dinheiro para promover e construir esse espetáculo. 
Afim de por lenha na fogueira, aqui fiz uma lista (aee!) de momentos eternizados na história do Super Bowl, desde sua primeira edição em 15 de janeiro de 1967. De la pra cá, o futebol americano nunca mais foi o mesmo. Seja pelos shows de artistas consagrados para ajudar a vender melhor o espetáculo para as emissoras e para o público que compareceu nos estádios, ou até mesmo pelas jogadas espetáculares que deixavam os torcedores com o coração numa mão, e na outra o hot dog, ou a pipoca. 
Aqui estão os cinco maiores momentos do Super Bowl em sua história! Enjoy!


5] Os dois primeiros anos: Dominação Packers!


Os dois primeiros anos do Super Bowl. Imbátivel!
Em plena Los Angeles Memorial Coliseum, na California palco da primeira partida de Super Bowl da história quando a liga caminhava para uma junção entre AFL e NFL, uma lavada de um time imbátivel atestava a superioridade que impunham naquela época: o Green Bay Packers naquela partida sobre o Kansas City Chiefs. Liderados pelo quarterback Bart Starr, a franquia de Green Bay conquistou aquele que seria a primeira disputa de SB, com o inicio de uma fusão entre as duas ligas. Starr foi eleito o MVP daquele primeiro SB, completando durante aquela temporada regular 156 de 251 passes (um percentual de 62,2%) para 2,257 jardas, 14 touchdowns e só 3 interceptações. 
No ano seguinte, em 1968, mais precisamente no dia 14 de janeiro, em Orange Bowl, Miami, os Packers mostraram o seu tamanho e peso na história vencendo o Oakland Raiders por 33-14, mas a conquista não foi fácil. Último ano da lenda da framquia e do esporte, o head coach Vince Lombardi viu os seus dois melhores running backs Paul Hornung e Jim Taylor sofrerem graves lesões. Para os seus lugares, entraram o veterano reserva Donny Anderson, e o rookie Travis Williams que ajudaram a somar aquele que foi considerado por muitos o time dos anos 60, os Packers liderados pelo head coach Vince Lombardi.


4] As duas cidades que mais viram SBs na história!


O estádio dos Dolfins, o SunLife em Miami.
O estádio dos Saints, em New Orleans.
Duas cidades sediaram dez vezes cada. New Orleans viu os Super Bowls de 1970, 1972, 1975, 1978, 1981, 1986, 1990, 1997, 2002,2013. A franquia da cidade, os Saints terão a chance de sediar o próximo SB, com a expectativa de uma conquista ano que vem em casa. Já a outra cidade, Miami viu acontecerem em seu solo outras dez partidas, em 1968, 1969, 1971, 1976, 1979, 1989, 1995, 1999, 2007,2010. Os Dolfins agora reformulados com Reggie Bush devorando jardas como nunca e Matt Moore fazendo um bom trabalho com quarterback fizeram uma temporada com um bom aproveitamento, sendo uma das apostas se incrementar o ritmo atual para o ano que vem.

3] Exibir comerciais no Super Bowl é uma excelente ideia!


                                                  Comercial da Apple, Macintosh em 1984.

Com um percentual de 49,1% de casas assistindo o Super Bowl, atingindo 40,020,000 casas, em 1982 durante o Super Bowl XVI, vencido pelo San Francisco 49ers sobre Cincinatti Bengals, tornando a atração extremamente valiosa para o mercado publicitário. Com essa tamanha exibição, em 1984 com a exibição de um comercial para divulgar o computador da Apple, introduzindo no mercado o Macintosh, dirigido pelo premiado diretor Ridley Scott, a ideia se transformou em negocio que hoje movimento algo em torno de mais de 3 milhões de dólares por 30 segundos de exibição no intervalo. Os shows com grandes artistas e a grande repercussão da partida ajuda a incrementar a valorização do tempo na TV.

                                                   Comercial da Toyota para o Super Bowl 2012

2] A era dos super shows no Super Bowl.


Em 2012 teremos Madonna. Eh, a patroa gosta, então...


Durante a temporada regular da NFL e na maioria das vezes nas partidas de playoffs, vários artistas, cantores, bandas surgem para cantar o hino nacional. Nos jogos de Thanksgiving, Natal, Pro Bowl, etc, sempre surgem shows no intervalo, o chamado Half Time Show. Porém, nada. Nada se compara ao half time show dos Super Bowls. U2, Bruce Springsteen, Michael Jackson, Black Eyed Peas, etc... ajudam a alavancar ainda mais a audiência que não é pequena. 


Aqui o show do U2 no Super Bowl XXXVI, em tributo ao 11 de setembro, porque foi muito legal. 



Em 2002 : U2. Em 2003: Shania Twain, No Doubt, Sting. Em 2004: Justin Timberlake, Janet Jackson, Nelly, Kid Rock, entre outros. Em 2005: Paul McCartney. Em 2006: The Rolling Stones. Em 2007: Prince. Em 2008: Tom Petty & The Heartbreakers. Em 2009: Bruce Springsteen and the E Street Band. Em 2010: The Who. Em 2011: The Black Eyed Peas, Slash.

1] A maldição do Super Bowl.


Os Bears que o digam...
A expressão nasceu após o The Washington Post citar em 1992, que após  o período em que foi ao Super Bowl, o time da cidade, o Washington Redskins não conseguiu mais um bom aproveitamento. Para tal constatação, mil variáveis apontam para o apocalipse. O fenômeno é atribuído ao comentarista de futebol americano e manager da NFL, Charley Casserly que disse que vários elementos ocasionam o estafe da temporada seguinte ao Super Bowl. "Agora, quando você vai ao Super Bowl, você passa ter uma tonelada de elementos que vem a tona no ano seguinte: o curto periodo de offseason, questões contratuais, mais demanda para o tempo dos jogadores. E a partir do momento que a temporada começa você se torna o alvo de todos nas casas de apostas." É uma espécie de ressaca que muitas equipes sofrem nesse período da volta aos trabalhos.
Um bom exemplo disso são o Chicago Bears de 2006/2007, após passar pelo Super Bowl XLI, onde acabou derrotado pelo Indianapolis Colts de Peyton Manning e cia. De um aproveitamento de 13-3, se viu com uma margem de derrotas surpreendentes de 7-9. Outro exemplo é o meu time do coração, o Philadelphia Eagles que foram ao Super Bowl XXXIX em 2004 e acabaram perdendo para o New England Patriots por 24-21, passando de uma temporada de 13 vitórias e 3 derrotas, para 6-10 na temporada seguinte de 2005. Um detalhe do que pode ser essa maré de azar é o desgaste e desanimo por parte das franquias, já que em todos esse casos, além dos motivos já citados, vem o fato de terem sido derrotados num Super Bowl. Uma maldição que pode nunca acabar para os que não se reanimarem e não derem a volta por cima na temporada seguinte.


Até mais! E tenham um bom Super Bowl!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Super Bowl XLVI - New England Patriots @ New York Giants

This is the time! 
Indiana, are you ready for the explosion?
Na terra do automobilismo, onde a paixão pelas corridas vai além do que pode ser descrita há uma outra tão intensa que torna a população deste lugar absolutamente fanática. Berço das famosas 500 milhas, a cidade de Indianapolis abriga desde provas da formula Indy até as fantásticas provas da Nascar, entre outras várias. Pode se dizer porém que o coração da cidade vibra e bate mais forte quando o assunto são o Indianapolis Colts. O futebol americano é febre em Indiana lado-a-lado aos carros de corrida.
Quando ficou decidido que o estádio do Indianapolis, o Lucas Oil Stadium sediaria o Super Bowl XLVI, a cidade se viu em festa. Nada poderia deter o time de ir ao Super Bowl em casa. Qual a razão de tanta confiança? Peyton Manning  o ídolo e herói da franquia que conduziu a conquista do SB de 2007 contra o Chicago Bears, além de ter levado o seu time a uma outra decisão em 2009 contra os Saints onde foram derrotados pela equipe de Drew Brees.
Manning foi selecionado na primeira rodada do draft de 1998, e de la pra cá garantiu um espaço no coração dos fãs da franquia.  Em 2011 porém toda uma história foi interrompida pelo acaso. O QB dos Colts se viu com uma contusão no pescoço e abandonou a temporada desse ano. Como o time sem Manning não se via com as minimas condições de se impor, essa foi uma das piores temporadas da franquia em sua história, com uma sequencia impressionante de derrotas. Trouxeram o veterano QB Kerry Collins da aposentadoria a fim de evitar um maior vexame. Nada feito e o apocalipse se confirmou. E hoje Manning aparentemente já é uma carta fora do baralho. O resultado da equipe nesse ano mostraram aos donos dos Colts que chegara o momento de uma renovação na vaga de quarterback depois de mais de dez anos. Com a chance de escolher novamente em uma primeira rodada do proximo draft, a escolha mais provavel é a da jovem promessa da NCAA, o QB Andrew Luck, de Stanford.
A cidade então sem as minimas condições de abrigar a sua equipe no Super Bowl, recebe as duas maiores equipes dessa temporada. De um lado o vencedor da Liga Americana, o New England Patriots de Tom Brady e companhia e do outro o vencedor da Liga Nacional, o New York Giants de Eli Manning (irmão de Peyton, por ironia).

Brady caminhando sobre o peso da derrota em 2008.
Eli na conquista de 2008 do Super Bowl XLII

Lembrando que essa é uma reedição do Super Bowl de 2008, onde os Patriots foram derrotados pelos Giants de virada numa partida espetacular de Eli Manning. Embalado por uma enorme sequencia de vitórias, o time de Brady não teve folego e foram batidos naquela época pelo placar de 17 a 14, separado por um touchdown anotado por passe de 13 jardas para o WR Plaxico Burress. A caminhada fulminante durou 2 minutos e sete segundos, aos 0:35 segundos do término. Com o extra point chutado pelo kicker Lawrence Tynes, os Patriots amargaram aquela derrota e no fundo sofriam com o resultado daquela partida que assim como essa que se realizará amanhã colocará de dois lados as duas maiores rivalidades do esporte americano, quiça mundial: Nova York e Boston. As sequencias de Red Sox-Yankees, Bruins-Rangers, Knicks-Celtics, fazem os torcedores e mídia ferverem o debate e colocar a questão em outro nível. Entrevistado pelo jornalista dos canais ESPN, Paulo Antunes, um dos maiores jogadores de beisebol da história do esporte, arremessador lendário dos Red Sox, Curt Schilling declarou: "A rivalidade Boston e New York é por causa da história, uma história que está relacionada a muitos anos e de muitas maneiras diferentes. Agora, você começa a ver essa rivalidade intensa também entre Giants e Patriots, o que é bom, ótimo. As duas cidades não se gostam, mas há muito respeito dentro de campo em todos os esportes".
Se será uma reedição de um Super Bowl, entre duas franquias de duas cidades com tanta rivalidade, emoção será um prato servido na mais alta temperatura amanhã. No aguardo pra essa luta que promete entrar na história da NFL.


Sem Gronkowski, ainda há esperança em Boston?

Gronk é peça chave no esquema tático dos Patriots.
Com uma lesão no joelho, o tight end dos Patriots, idolo da torcida e peça fundamental nos lançamentos laterais de Tom Brady, Rob Gronkowski começou a treinar nesse sábado, mas segue dúvida para o confronto de amanhã. Se caso o tight end não for escalado para a partida será bem complicada a vida dos Patriots, sem opções de passes e infiltrações nas jogadas. No momento o que se sabe até pelo seu pai que deu entrevista a algumas redes locais foi de que foi, sim, uma grave lesão no tornozelo. Se for verdade, diminui digamos de 25% e 30% as chances de uma vitória mais tranquila dos Patriots nesse Super Bowl, portanto acho que não haverá muita esperança numa vitória de New England, mas não é o fim do mundo. Aaron Hernandez terá que fazer a sua parte melhor do que nunca. Fico no aguardo por mais noticias sobre o caso.

Tom Brady em entrevista antes do Super Bowl. (R) Boston.com

Eli Manning em entrevista coletiva. (R) Boston.com
Daqui pra frente, se seguirmos os prognósticos dos últimos jogos teremos um jogo onde a linha ofensiva das duas equipes farão duelos épicos em busca de cada jarda. Wes Welker, Ochocinco, BenJarvus Green-Ellis, Danny Woodhead serão as armas de um Brady que deve apostar nas jogas aéreas, e intercalar jogadas de infiltração na tentativa de desarmar e pegar a linha defensiva dos Giants de surpresa, Green-Ellis e Stevan Ridley nos ataques terrestres. A linha defensiva dos Pats são motivos de algumas dores de cabeça na conclusão dos tackles, desarmamento e interceptações.
Os Giants com um Manning bem servido nessa temporada com o Brandon Jacobs servido no ataque terrestre com 571 jardas conquistadas nessa temporada e sete touchdowns marcados. Os badalados Victor Cruz com 82 recepções, 1536 jardas acumuladas até aqui e 9 TD's é motivo de esperança em NY, ao lado do WR Hakeen Nicks nas opções de jogadas aéreas que foram a quinta melhor na temporada. A linha defensiva com Antrel Rolle com 82 tackles até aqui nessa temporada é um mal a ser temido pel ataque dos Patriots, entre outros. Acho uma linha defensiva melhor que a de New England, pode dar mais trabalho. Tem seus problemas mas em média faz um bom trabalho. 

Até amanhã com maiores análises sobre o Super Bowl XLVI.

Amanhã, o Lucas Oil Stadium vai abrigar um capitulo da história.

Se o Bill falou... #SuperBowl46

Bill Belichick mandou avisar...

sábado, 28 de janeiro de 2012

O que esperar disso, hein? #SuperBowl46

Tom Brady não acreditou quando o kicker dos Ravens Billy Cundiff desperdiçou a chance deles conduzirem a partida para a prorrogação. Tensão e euforia, num misto que nenhuma droga é capaz de surtir num sujeito. Brady gritou e exclamou: estamos no Super Bowl.
Horas mais tarde foi a vez de Alex Smith ver decepcionado a sua equipe não partir para Indianapolis no dia 5 de fevereiro. Graças a um fumble cedido pelo wide receiver Kyle Williams, os Giants conseguiram avançar e marcar o field goal que vai levar o time de Eli Manning ao Super Bowl 46. A partida estava empatada em 17-17 até então.
Essa é uma reedição do SB de 2008 quando os Giants conseguiram superar a franquia de Boston. E agora, com novas equipes Eli e Brady. Quem será o melhor? Melhor esperar semana que vem...


Até!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Playoffs NFL: Final AFC - New England Patriots @ Baltimore Ravens

Joe Flacco tem um ataque preciso, e uma defesa campeã!
Rob Gronkowski (f) e Wes Welker serão os alvos de Tom Brady.
Esse poderia ser o Super Bowl 45. Pelo menos no que cerne a questão de quem são os melhores times da Liga Americana. De um lado, uma defesa recauchutada, sem uma boa secundária que de vez em quando não dê algum vexame, mas um ataque impetuoso, forte e extremamente criativo. Esses são os Patriots. Do outro uma equipe que busca o seu Vince Lombardi num Super Bowl. Que busca ter a melhor defesa de todos os tempos, e não seria ultrajante afirmar isso sem pestanejar. Um ataque que é preciso, é pontual quando a defesa é seu maior triunfo.
Há quem diga que no futebol bretão dos ingleses, tradicional no Brasil quem tem uma defesa forte são imbatíveis. Sempre serão vitoriosos. Ano passado, a equipe de Massachussets tinha uma defesa intransponível, que provocava tremores desde o instante em que o time adversário passava a bola pelo snap na linha de scrimmage. Isso foi até o time do treinador Rex Ryan, o NY Jets vencer nos playoffs do ano passado por 28-21 sobre um abatido Tom Brady.
Novos ares e hoje temos uma defesa imbatível, bem mais do que os Patriots do ano passado. O Baltimore Ravens de 2011 é o mesmo na sua concepção e de certa forma também nos números. Eram extraordinários e continua sendo. Terrell Suggs, Ray Lewis, Terrence Cody,... são o temor de qualquer defesa. Tom Brady deve estar treinando para entender como evitar maiores e letais choques desses rinocerontes ágeis e sanguinários.

Flacco boy.

O ataque dos Patriots conta com os expecionais wide receivers Rob Gronkowski, dono de 90 recepções até aqui. Wes Welker, dono de 122 recepções. Tom Brady tem nas mãos verdadeiros monstros famintos de bolas ovais a disposição e ele irá usa-los muito. Brady já anotou 39 TD's nessa temporada e 5235 jardas. Animalesco. Ótimo ataque terrestre também, os Patriots contam com Benjarvus Green-Ellis e Stevan Ridley correndo muito.
Flacco tem a missão de aproveitar as posições em que a defesa posicionará para avançar ainda mais, com Ray Rice e Ricky Williams na ofensiva terrestre. Rice, um faminto. 12 TD's até aqui e 1364 jardas. Nos lançamentos aéreos ainda possui Anquan Boldin e Torrey Smith recebendo as bolas. A defesa é muito boa e dificilmente vai decepcionar. Com esse 1+1 que é = a 2 já temos o classificado para o Super Bowl 45 que vai ocorrer 6 de fevereiro no Lucas Oil Stadium, casa dos Colts em Indianópolis.


Baltimore Leaders
Passing: Flacco - 312-542, 3610 yds, 20 tds
Rushing: Rice - 291 car, 1364 yds, 12 tds
Receiving: Smith - 50 rec, 841 yds, 7 tds

New England Leaders
Passing: Brady - 401-611, 5235 yds, 39 tds
Rushing: Green-Ellis - 181 car, 667 yds, 11 tds
Receiving: Welker - 122 rec, 1569 yds, 9 tds

Minha aposta: Baltimore Ravens


Até mais!

Week 15 - National Football League

New Sensation. Yeah. 



    
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O jogo da rodada não poderia ser outro melhor. Vivendo o seu momento na NFL, decidindo as partidas de ultima hora, o senhor Tim Tebow desfruta do sucesso de sua equipe graças a excelentes running backs e de suas excelentes jogadas terrestres passando as bolas para os seus melhores jogadores em campo. Nessa semana ele jogou contra New England um dos melhores times em passes e recepções na liga e começa a perceber a suas limitações perdendo por 41 a 23. Os Patriots de Tom Brady e cia não dá sossego para os seus adversários quando se trata de provocar sacks e efetuar tackles. Bem pra falar a verdade, isso tirando as ultimas partidas, onde a linha defensiva parecia confusa e distraida sem ir pra cima na hora que deveria e fazer o dever de casa.
No ataque, Brady é um general romano. Conseguiu impor sua presença e fazer excelentes jogadas para seus wide receivers e running backs. Sabe posicionar bem o tight ends, com bons aproveitamentos e sempre com um pocket bem protegido o que faz toda a diferença.
Tebow vai precisar melhorar (ou tentar evitar um vexame) em seus lançamentos aéreos daqui pra frente, dá pra ver que isso esta o matando em campo. E ajeitar a secundária que a cada dia que passa cede jardas, permite avanços importantíssimos e vê em situações como o do touchdown de Ochocinco o erro irremediável se não melhorarem isso.
No final, Tebow é a nova sensação. Enquanto for suficiente para nutrir os anseios da midia americana do surgimento de um novo messias no futebol americano.

Vídeo da partida: http://soc.li/qzbCFLd

Outros resultados da semana 15 na NFL:

http://www.nfl.com/scores/2011/REG15

Até mais!

domingo, 13 de novembro de 2011

Week 10 - National Football League


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Thursday Night Football : 

Carson Palmer - Oakland Raiders. QB. 
Oakland Raiders [24] @ [17] San Diego Chargers
Num duelo de duas equipes que precisavam urgentemente de uma recuperação, e equipe de Oakland deu o seu melhor. Seu QB, Carson Palmer fez dois lançamentos para TD ao seu wide-receiver Denarious Moore. Um passe de 33 jardas e outro de 26. Jogando muito menos que no inicio da temporada, os donos da casa em San Diego, os Chargers já acumulam quatro derrotas seguidas, num retrospecto de quatro vitórias e cinco derrotas. Philip Rivers precisa melhorar seus lançamentos. Os Raiders numa excelente temporada, cinco vitórias e duas derrotas, sendo essas duas os ultimos resultados da franquia na temporada, o que com essa partida já esfria bem mais a cabeça da equipe. Primeira quinta-feira de futebol americano nessa temporada. 




Jogos de domingo: 

Miami Dolfins @ Washington Redskins
Carolina Panthers @ Tennessee Titans
Pittsburgh Steelers @ Cincinatti Bengals
St. Louis Rams @ Cleveland Browns
Dallas Cowboys @ Buffalo Bills
Indianapolis Colts @ Jacksonville Jaguars
New Orleans Saints @ Atlanta Falcons
Kansas City Chiefs @ Denver Broncos
Philadelphia Eagles @ Arizona Cardinals
Houston Texans @ Tampa Bay Buccaners
Baltimore Ravens @ Seattle Seahawks
Chicago Bears @ Detroit Lions
New York Giants @ San Francisco 49ers

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Sunday Night Football 

Tom Brady - New England Patriots. QB. 
New York Jets @ New England Patriots
A franquia de Nova York venceu as ultimas três partidas lidera a divisão e anda embalado com uma defesa que tem funcionado bastante principalmente na ultima partida contra os Bills vencendo por 27-11. Sanchez com 13 touchdowns na temporada, faz um trabalho irregular até aqui. Os Patriots estão numa fase contrária ao oba-oba de NY. Duas derrotas seguidas. Muitos turnovers até aqui, e Brady... acorda meu filho! No ultimo jogo quatro. A equipe não anda conseguindo avançar muitas jardas e sofre com uma defesa ruim. Cheiro de uma crise em Boston. W: Jets

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Monday Night Football

Aaron Rodgers - Green Bay Packers. QB.
Green Bay Packers @ Minnesota Vikings
Donavan McNabb mostra certo desgaste e já não mostra muito serviço como antes. O QB dos Vikings acumula 1,026 jardas nessa temporada. Apenas quatro touchdowns e duas interceptações. Uma defesa fraca, uma linha ofensiva irregular e o número quatro na divisão norte da liga nacional. Vamos ser sinceros, pode ser qualquer equipe da NFL, com quaisquer números e aproveitamentos. Hoje ninguém alcança o nível de jogo que anda demonstrando o Green Bay Packers vamos ser sinceros... Aaron Rodgers liderando uma equipe com oito (!) vitórias e nenhuma derrota. O QB e já mito em GB com 24 TD, 2,619 jardas conquistadas. Greg Jennings , Jordy Nelson,... os wide receivers fazendo um excelente jogo em campo. James Starks e Ryan Grant correndo como nunca! Não um favorito nessa partida. Já temos um vencedor. O Golias aqui, anda sim mais forte do que nunca! Ninguém duvida que esse time pode fazer história nessa temporada! W: Packers


Até mais!