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sábado, 3 de março de 2012

Super Bowl XLVI - A natureza dos grandes. New York Giants campeões!


Um sonho se torna realidade em Indianapolis... 


Existem jogos que possuem a capacidade de mudar a história de muitos envolvidos na campanha da equipe até o momento daquela partida. O sangue derramado, o suor caido, a fé inabalável. Tudo faz parte de um todo, e o todo naquele dia, naquelas minutos em campo faz parte de tudo o que foi feito. Poucos quarterbacks na história de uma franquia demonstraram tamanha dedicação e entrega quanto o dos Giants nessa temporada. Eli Manning ajuda a reescrever mais uma vez a história não só de sua franquia quanto do futebol americano. Ele cala de uma vez os criticos que diziam que o garoto não era grande coisa, sua performance no jogo demontrou maturidade, olhar preciso nas horas de tensão e passes excelentes e fundamentais para o seu companheiro nessa conquista, o excepcional Victor Cruz que foi o elo imprescindivel nessa conquista de Nova York.
Se de um lado, a vitória tinha sabor de tabu mantido, do outro a franquia de New England caí novamente para o mesmo algoz de 2008, personagens da maior rivalidade nos esportes americanos (Boston x NY). Brady se esforçou, gritou, abaixou a cabeça, lançou bolas e bolas, e bolas para o nada.  No inicio da partida, o quarterback dos Patriots quando para não sofrer um sack ele cometeu uma falta  de intentional grounding dentro da end zone. Erro que custou a Tom Brady os primeiros pontos dos Giants na partida 2-0, graças ao trabalho do defensive end Juntin Tuck em cima de Brady.
O New England Patriots parecia demonstrar uma reação inicial, quando recuperou um fumble na jogada seguinte, quando fez mais uma falta e devolveu a bola a Nova York. Quando na jogada seguinte... Eli Manning acha Victor Cruz. Touchdown Giants. 9-0.
O desespero podia ser sentido no ar pela equipe de Boston. Bill Belichack consultando as jogadas. Tom nervoso gritando com o time. No inicio do segundo quarto, os Patriots abriram o placar com um field goal. Em seguida, por meio de um no huddle (quando o QB inicia a jogada ofensiva sem a formação de uma conferência de jogadores em torno dele), confundindo a defesa dos Giants que pareciam programadas para seguir o comando de um traço na prancheta, permitiu a 15 segundos antes do half time o touchdown da virada dos Patriots. Conexão de Brady para Danny Woodhead. 10-9.

Show do intervalo! Com Madonna...


O time toma um ar fresco, ouve as instruções dos seus respctivos treinadores e volta para a batalha. Sem alterações na sua formação, os Patriots voltaram com as mesmas jogadas rápidas e sem formação de conferência, a defesa de NY bobeou e a mais um touchdown para os Patriots. Brady acha Aaron Hernandez, que substituiu o tight end Rob Gronkowski, lesionado porém em campo.
Impondo um ritmo impressionante, as defesas de ambas as equipes, isso incluindo os Giants, com uma secundária e defesa carregando um dos piores números nessa temporada. Com dois field goals, os Giants colocaram uma diferença menor no placar: 17-15.


Com o quarto periodo correndo no cronometro, Brady fez uma campanha de seis minutos improdutiva. Errando passes, não achando que pudesse agarrar a bola a tempo o jogo foi decidido quando aos 3 minutos do quarto periodo a bola volta para NY. O que parecia ser inevitável, se tornou irreversivel quando sob um Lucas Oil Stadium em extase, Eli Manning faz a jogada de sua vida ao arremessar uma bola de 38 jardas para Mario Manningham ao se desvencilhar de um, de outro, lança a bola um, e completa assim 9 jogadas.
Numa posição em que controlavam o jogo a menos de 1min30 do fim da partida, Ahmad Bradshow acaba anotando visivelmente pressionado pela defesa de New England um TD bastante impreciso a ponto dele sentar no chão ao atravessar a linha da endzone.
Com um drive de 80 jardas, algo impossivel, mas uma tentativa final, Tom Brady sacramenta o obvio: a bola quase chaga para Rob Gronkowski, tendo por objetivo alcançar Aaron Hernandez na endzone, quando a bola toca o chão, ao som de uma explosão entre caminhões aos ouvidos do time dos Patriots, principalmente ao ouvido do QB Tom Brady que tentou evitar uma reedição do Super Bowl de 2008, quando a equipe perdeu para o mesmo Giants.


Eli se distancia do seu irmão mais celebre e famoso, Peyton Manning pelo o fato de já ter conquistado dois super bowls, ao contrario de Peyton que possui apenas um. Outro detalhe foi a coincidência com a questão do estádio local do jogo ser a casa da atual equipe de Peyton, os Colts que tiveram uma temporada pavorosa dado ao seu estado de saúde devido a uma lesão no pescoço.
Na minha opinião, o jogo transcendeu os limites do que pode ser chamado de rivalidade. O famoso ex-jogador dos Red Sox, Curt Schilling comentou aos canais ESPN que a rivalidade entre as cidade transcende tudo o que conhecemos sobre os esportes americanos. Boston e Nova York mantém essa mesma tensão nos jogos entre os Yankees e Red Sox, ou até mesmo entre os Celtics e Knicks. Uma vitória sobre um rival, ainda por cima numa sequencia como está vista. Duas vezes seguidas é de se impressionar.
O Super Bowl foi marcada pelo que pode ser uma dobradinha promissora Tom Coughlin e Eli Manning no comando dos Giants pelas próximas temporadas. O certo "desprezo" dado ao tight end Rob Gronkowski que disse em entrevista ter se sentido bem a partida inteira para receber passes de Tom Brady, sendo que estre o preteriu em nome de Aaron Hernandez na mesma posição em campo dentro das jogadas ofensivas. Os erros de Brady foram o outro ponto, foram de infantis a catastróficos. Uma defesa que precisa melhorar, que é a dos Giants, apesar do bom trabalho cumprido nessa partida importantíssima.
A franquia agora sorri e pode respirar aliviada. Uma campanha na tabela que oscilou muito no inicio da temporada, se viu ressurgir com ótimas atuações de Manning, que dado todo o mérito foi eleito o MVP da decisão. Os Giants são de fato grandes, pelas barbas do caçula dos Manning.

NFL só em setembro... :(  mas aqui todos os detalhes do Draft 2012 e mercado da bola oval.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cinco Coisas sobre o Super Bowl que você achou que sabia!

Daqui algumas horas, o mundo inteiro se volta para Indianópolis.

É inegável que ninguém sabe vender uma ideia, um produto, como os americanos e isso se estende desde a um saco de salgadinhos até mesmo a um evento das proporções que é um Super Bowl. A logística, o aparato todo é coisa de Copa do Mundo, de Olimpíadas. Parece exagero? Nos últimos anos, a preparação para eventos como o Super Bowl nos EUA, geram receitas liquidas de centenas de milhões de dólares, para um público que não se restringe ao eixo EUA, mas para  expectadores em centenas de países, com transmissões e coberturas ao vivo da partida. Para servir toda essa fome por futebol americano, são gastas quantias orbitantes de dinheiro para promover e construir esse espetáculo. 
Afim de por lenha na fogueira, aqui fiz uma lista (aee!) de momentos eternizados na história do Super Bowl, desde sua primeira edição em 15 de janeiro de 1967. De la pra cá, o futebol americano nunca mais foi o mesmo. Seja pelos shows de artistas consagrados para ajudar a vender melhor o espetáculo para as emissoras e para o público que compareceu nos estádios, ou até mesmo pelas jogadas espetáculares que deixavam os torcedores com o coração numa mão, e na outra o hot dog, ou a pipoca. 
Aqui estão os cinco maiores momentos do Super Bowl em sua história! Enjoy!


5] Os dois primeiros anos: Dominação Packers!


Os dois primeiros anos do Super Bowl. Imbátivel!
Em plena Los Angeles Memorial Coliseum, na California palco da primeira partida de Super Bowl da história quando a liga caminhava para uma junção entre AFL e NFL, uma lavada de um time imbátivel atestava a superioridade que impunham naquela época: o Green Bay Packers naquela partida sobre o Kansas City Chiefs. Liderados pelo quarterback Bart Starr, a franquia de Green Bay conquistou aquele que seria a primeira disputa de SB, com o inicio de uma fusão entre as duas ligas. Starr foi eleito o MVP daquele primeiro SB, completando durante aquela temporada regular 156 de 251 passes (um percentual de 62,2%) para 2,257 jardas, 14 touchdowns e só 3 interceptações. 
No ano seguinte, em 1968, mais precisamente no dia 14 de janeiro, em Orange Bowl, Miami, os Packers mostraram o seu tamanho e peso na história vencendo o Oakland Raiders por 33-14, mas a conquista não foi fácil. Último ano da lenda da framquia e do esporte, o head coach Vince Lombardi viu os seus dois melhores running backs Paul Hornung e Jim Taylor sofrerem graves lesões. Para os seus lugares, entraram o veterano reserva Donny Anderson, e o rookie Travis Williams que ajudaram a somar aquele que foi considerado por muitos o time dos anos 60, os Packers liderados pelo head coach Vince Lombardi.


4] As duas cidades que mais viram SBs na história!


O estádio dos Dolfins, o SunLife em Miami.
O estádio dos Saints, em New Orleans.
Duas cidades sediaram dez vezes cada. New Orleans viu os Super Bowls de 1970, 1972, 1975, 1978, 1981, 1986, 1990, 1997, 2002,2013. A franquia da cidade, os Saints terão a chance de sediar o próximo SB, com a expectativa de uma conquista ano que vem em casa. Já a outra cidade, Miami viu acontecerem em seu solo outras dez partidas, em 1968, 1969, 1971, 1976, 1979, 1989, 1995, 1999, 2007,2010. Os Dolfins agora reformulados com Reggie Bush devorando jardas como nunca e Matt Moore fazendo um bom trabalho com quarterback fizeram uma temporada com um bom aproveitamento, sendo uma das apostas se incrementar o ritmo atual para o ano que vem.

3] Exibir comerciais no Super Bowl é uma excelente ideia!


                                                  Comercial da Apple, Macintosh em 1984.

Com um percentual de 49,1% de casas assistindo o Super Bowl, atingindo 40,020,000 casas, em 1982 durante o Super Bowl XVI, vencido pelo San Francisco 49ers sobre Cincinatti Bengals, tornando a atração extremamente valiosa para o mercado publicitário. Com essa tamanha exibição, em 1984 com a exibição de um comercial para divulgar o computador da Apple, introduzindo no mercado o Macintosh, dirigido pelo premiado diretor Ridley Scott, a ideia se transformou em negocio que hoje movimento algo em torno de mais de 3 milhões de dólares por 30 segundos de exibição no intervalo. Os shows com grandes artistas e a grande repercussão da partida ajuda a incrementar a valorização do tempo na TV.

                                                   Comercial da Toyota para o Super Bowl 2012

2] A era dos super shows no Super Bowl.


Em 2012 teremos Madonna. Eh, a patroa gosta, então...


Durante a temporada regular da NFL e na maioria das vezes nas partidas de playoffs, vários artistas, cantores, bandas surgem para cantar o hino nacional. Nos jogos de Thanksgiving, Natal, Pro Bowl, etc, sempre surgem shows no intervalo, o chamado Half Time Show. Porém, nada. Nada se compara ao half time show dos Super Bowls. U2, Bruce Springsteen, Michael Jackson, Black Eyed Peas, etc... ajudam a alavancar ainda mais a audiência que não é pequena. 


Aqui o show do U2 no Super Bowl XXXVI, em tributo ao 11 de setembro, porque foi muito legal. 



Em 2002 : U2. Em 2003: Shania Twain, No Doubt, Sting. Em 2004: Justin Timberlake, Janet Jackson, Nelly, Kid Rock, entre outros. Em 2005: Paul McCartney. Em 2006: The Rolling Stones. Em 2007: Prince. Em 2008: Tom Petty & The Heartbreakers. Em 2009: Bruce Springsteen and the E Street Band. Em 2010: The Who. Em 2011: The Black Eyed Peas, Slash.

1] A maldição do Super Bowl.


Os Bears que o digam...
A expressão nasceu após o The Washington Post citar em 1992, que após  o período em que foi ao Super Bowl, o time da cidade, o Washington Redskins não conseguiu mais um bom aproveitamento. Para tal constatação, mil variáveis apontam para o apocalipse. O fenômeno é atribuído ao comentarista de futebol americano e manager da NFL, Charley Casserly que disse que vários elementos ocasionam o estafe da temporada seguinte ao Super Bowl. "Agora, quando você vai ao Super Bowl, você passa ter uma tonelada de elementos que vem a tona no ano seguinte: o curto periodo de offseason, questões contratuais, mais demanda para o tempo dos jogadores. E a partir do momento que a temporada começa você se torna o alvo de todos nas casas de apostas." É uma espécie de ressaca que muitas equipes sofrem nesse período da volta aos trabalhos.
Um bom exemplo disso são o Chicago Bears de 2006/2007, após passar pelo Super Bowl XLI, onde acabou derrotado pelo Indianapolis Colts de Peyton Manning e cia. De um aproveitamento de 13-3, se viu com uma margem de derrotas surpreendentes de 7-9. Outro exemplo é o meu time do coração, o Philadelphia Eagles que foram ao Super Bowl XXXIX em 2004 e acabaram perdendo para o New England Patriots por 24-21, passando de uma temporada de 13 vitórias e 3 derrotas, para 6-10 na temporada seguinte de 2005. Um detalhe do que pode ser essa maré de azar é o desgaste e desanimo por parte das franquias, já que em todos esse casos, além dos motivos já citados, vem o fato de terem sido derrotados num Super Bowl. Uma maldição que pode nunca acabar para os que não se reanimarem e não derem a volta por cima na temporada seguinte.


Até mais! E tenham um bom Super Bowl!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Super Bowl XLVI - New England Patriots @ New York Giants

This is the time! 
Indiana, are you ready for the explosion?
Na terra do automobilismo, onde a paixão pelas corridas vai além do que pode ser descrita há uma outra tão intensa que torna a população deste lugar absolutamente fanática. Berço das famosas 500 milhas, a cidade de Indianapolis abriga desde provas da formula Indy até as fantásticas provas da Nascar, entre outras várias. Pode se dizer porém que o coração da cidade vibra e bate mais forte quando o assunto são o Indianapolis Colts. O futebol americano é febre em Indiana lado-a-lado aos carros de corrida.
Quando ficou decidido que o estádio do Indianapolis, o Lucas Oil Stadium sediaria o Super Bowl XLVI, a cidade se viu em festa. Nada poderia deter o time de ir ao Super Bowl em casa. Qual a razão de tanta confiança? Peyton Manning  o ídolo e herói da franquia que conduziu a conquista do SB de 2007 contra o Chicago Bears, além de ter levado o seu time a uma outra decisão em 2009 contra os Saints onde foram derrotados pela equipe de Drew Brees.
Manning foi selecionado na primeira rodada do draft de 1998, e de la pra cá garantiu um espaço no coração dos fãs da franquia.  Em 2011 porém toda uma história foi interrompida pelo acaso. O QB dos Colts se viu com uma contusão no pescoço e abandonou a temporada desse ano. Como o time sem Manning não se via com as minimas condições de se impor, essa foi uma das piores temporadas da franquia em sua história, com uma sequencia impressionante de derrotas. Trouxeram o veterano QB Kerry Collins da aposentadoria a fim de evitar um maior vexame. Nada feito e o apocalipse se confirmou. E hoje Manning aparentemente já é uma carta fora do baralho. O resultado da equipe nesse ano mostraram aos donos dos Colts que chegara o momento de uma renovação na vaga de quarterback depois de mais de dez anos. Com a chance de escolher novamente em uma primeira rodada do proximo draft, a escolha mais provavel é a da jovem promessa da NCAA, o QB Andrew Luck, de Stanford.
A cidade então sem as minimas condições de abrigar a sua equipe no Super Bowl, recebe as duas maiores equipes dessa temporada. De um lado o vencedor da Liga Americana, o New England Patriots de Tom Brady e companhia e do outro o vencedor da Liga Nacional, o New York Giants de Eli Manning (irmão de Peyton, por ironia).

Brady caminhando sobre o peso da derrota em 2008.
Eli na conquista de 2008 do Super Bowl XLII

Lembrando que essa é uma reedição do Super Bowl de 2008, onde os Patriots foram derrotados pelos Giants de virada numa partida espetacular de Eli Manning. Embalado por uma enorme sequencia de vitórias, o time de Brady não teve folego e foram batidos naquela época pelo placar de 17 a 14, separado por um touchdown anotado por passe de 13 jardas para o WR Plaxico Burress. A caminhada fulminante durou 2 minutos e sete segundos, aos 0:35 segundos do término. Com o extra point chutado pelo kicker Lawrence Tynes, os Patriots amargaram aquela derrota e no fundo sofriam com o resultado daquela partida que assim como essa que se realizará amanhã colocará de dois lados as duas maiores rivalidades do esporte americano, quiça mundial: Nova York e Boston. As sequencias de Red Sox-Yankees, Bruins-Rangers, Knicks-Celtics, fazem os torcedores e mídia ferverem o debate e colocar a questão em outro nível. Entrevistado pelo jornalista dos canais ESPN, Paulo Antunes, um dos maiores jogadores de beisebol da história do esporte, arremessador lendário dos Red Sox, Curt Schilling declarou: "A rivalidade Boston e New York é por causa da história, uma história que está relacionada a muitos anos e de muitas maneiras diferentes. Agora, você começa a ver essa rivalidade intensa também entre Giants e Patriots, o que é bom, ótimo. As duas cidades não se gostam, mas há muito respeito dentro de campo em todos os esportes".
Se será uma reedição de um Super Bowl, entre duas franquias de duas cidades com tanta rivalidade, emoção será um prato servido na mais alta temperatura amanhã. No aguardo pra essa luta que promete entrar na história da NFL.


Sem Gronkowski, ainda há esperança em Boston?

Gronk é peça chave no esquema tático dos Patriots.
Com uma lesão no joelho, o tight end dos Patriots, idolo da torcida e peça fundamental nos lançamentos laterais de Tom Brady, Rob Gronkowski começou a treinar nesse sábado, mas segue dúvida para o confronto de amanhã. Se caso o tight end não for escalado para a partida será bem complicada a vida dos Patriots, sem opções de passes e infiltrações nas jogadas. No momento o que se sabe até pelo seu pai que deu entrevista a algumas redes locais foi de que foi, sim, uma grave lesão no tornozelo. Se for verdade, diminui digamos de 25% e 30% as chances de uma vitória mais tranquila dos Patriots nesse Super Bowl, portanto acho que não haverá muita esperança numa vitória de New England, mas não é o fim do mundo. Aaron Hernandez terá que fazer a sua parte melhor do que nunca. Fico no aguardo por mais noticias sobre o caso.

Tom Brady em entrevista antes do Super Bowl. (R) Boston.com

Eli Manning em entrevista coletiva. (R) Boston.com
Daqui pra frente, se seguirmos os prognósticos dos últimos jogos teremos um jogo onde a linha ofensiva das duas equipes farão duelos épicos em busca de cada jarda. Wes Welker, Ochocinco, BenJarvus Green-Ellis, Danny Woodhead serão as armas de um Brady que deve apostar nas jogas aéreas, e intercalar jogadas de infiltração na tentativa de desarmar e pegar a linha defensiva dos Giants de surpresa, Green-Ellis e Stevan Ridley nos ataques terrestres. A linha defensiva dos Pats são motivos de algumas dores de cabeça na conclusão dos tackles, desarmamento e interceptações.
Os Giants com um Manning bem servido nessa temporada com o Brandon Jacobs servido no ataque terrestre com 571 jardas conquistadas nessa temporada e sete touchdowns marcados. Os badalados Victor Cruz com 82 recepções, 1536 jardas acumuladas até aqui e 9 TD's é motivo de esperança em NY, ao lado do WR Hakeen Nicks nas opções de jogadas aéreas que foram a quinta melhor na temporada. A linha defensiva com Antrel Rolle com 82 tackles até aqui nessa temporada é um mal a ser temido pel ataque dos Patriots, entre outros. Acho uma linha defensiva melhor que a de New England, pode dar mais trabalho. Tem seus problemas mas em média faz um bom trabalho. 

Até amanhã com maiores análises sobre o Super Bowl XLVI.

Amanhã, o Lucas Oil Stadium vai abrigar um capitulo da história.

Everbody loves Manning! #SuperBowl46

Eli Manning é a esperança!

sábado, 28 de janeiro de 2012

O que esperar disso, hein? #SuperBowl46

Tom Brady não acreditou quando o kicker dos Ravens Billy Cundiff desperdiçou a chance deles conduzirem a partida para a prorrogação. Tensão e euforia, num misto que nenhuma droga é capaz de surtir num sujeito. Brady gritou e exclamou: estamos no Super Bowl.
Horas mais tarde foi a vez de Alex Smith ver decepcionado a sua equipe não partir para Indianapolis no dia 5 de fevereiro. Graças a um fumble cedido pelo wide receiver Kyle Williams, os Giants conseguiram avançar e marcar o field goal que vai levar o time de Eli Manning ao Super Bowl 46. A partida estava empatada em 17-17 até então.
Essa é uma reedição do SB de 2008 quando os Giants conseguiram superar a franquia de Boston. E agora, com novas equipes Eli e Brady. Quem será o melhor? Melhor esperar semana que vem...


Até!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Playoffs NFL: Final NFC - New York Giants @ San Francisco 49ers

Alex Smith, contraria as previsões para chegar a final da NFC.
Eli Manning lidera o favorito para o Super Bowl, os gigantes imbatíveis. 

Se a gente for pegar aqui o retrospecto e apontar quem teve melhor desempenho na temporada, o time liderado pela escolha de 2005 no Draft pelos 49ers, Alex Smith, teve 13 vitórias e 3 derrotas. Números expressivos que em parte explica a força com que aparece nessa final da NFC contra um dos melhores ataques da liga nessa temporada que o New York de Eli Manning, Brandon Jacobs, Ahmad Bradshow e cia vem demonstrando da metade pra cá, com algumas derrotas inexplicáveis por parte da equipe, não teve pra ninguém depois da vitória semana passada contra os indiscutiveis favoritos ao Super Bowl desse ano, os Packers.
Dono de uma particular visão aérea de jogo, para hoje é possivel esperar lançamentos perfeitos que vai render muitas jardas a equipe pelas mãos de Victor Cruz e Hakeem Nicks. Brandon Jacobs vai ser o atalho nas jogadas terrestres, isso as coisas começarem a ficar preocupantes.
Do lado dos donos da casa, os 49ers vão ter de estabelecer prioridade na defesa, e aproveitar situações que deixem o time próximo de uma red zone, ou de boas jardas no ataque, não esquecendo que o ataque dos Giants é poderoso e a defesa melhor ainda limitando muitas criações do quarterback adversário, seja ele o Aaron Rodgers, Joe Montana, Brett Favre, quem for! Essa defesa de NY talvez seja o fator decisivo da partida. Por isso para San Francisco duas coisas: defesa e defesa. Não vai ser uma partida fácil para os donos da casa, mas quem sabe Alex Smith tenha uma carta nas mangas. Ninguém sabe. Mas as condições não serão boas para a equipe. Isso é um fato.


NY Giants Leaders
Passing: Manning - 359-589, 4933 yds, 29 tds
Rushing: Bradshaw - 171 car, 659 yds, 9 tds
Receiving: Cruz - 82 rec, 1536 yds, 9 tds

San Francisco Leaders
Passing: Smith - 273-445, 3144 yds, 17 tds
Rushing: Gore - 282 car, 1211 yds, 8 tds
Receiving: Crabtree - 72 rec, 874 yds, 4 tds

Minha aposta: New York Giants 
(mas admito que seria interessante os 49ers mostrarem que estão de volta ao topo)

Até mais!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Week 14 - National Football League

Vick está de volta para o alivio dos Eagles.
Miami Dolfins @ Philadelphia Eagles

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PHI0240226
MIA703010


Após sofrer uma séria contusão nas costelas, o quarterback dos  Eagles Michael Vick parece recuperado e pronto para liderar a equipe para uma impróvavel vaga no wild card nos playoffs. Só uma soma de resultados pode colocar os Philly nos playoffs dessa temporada. E Vick parecia bem disposto, mas em campo cometeu vários erros infantis. A defesa foi o ponto positivo da equipe, não só nesse jogo como em toda a temporada. A dupla Jason Babin e Trent Cole jogando muito, acumulando mais da metade dos 42 sacks da franquia até aqui podem ser a salvação que pode ajudar a garantir um final mais glorioso para Philadelphia. Do lado de Miami, Matt Moore começando o primeiro quarto bem, só que interceptações, sacks, e uma defesa esperta com uma equipe que é excelente, jogando bem. Não dá, fim de papo pros donos da casa. Mais 3 jogos e os Eagles podem ainda acreditar.

Outros resultados da semana 14 na NFL.


Pittsburgh Steelers 14, Cleveland Browns 3
NY Jets 37, Kansas City Chiefs 10
Jacksonville Jaguars 41, Tampa Bay Buccannears 14
New England Patriots 34, Washington Redskins 27
Atlanta Falcons 31, Carolina Panthers 23
Baltimore Ravens 24, Indianapolis Colts 10
Detroit Lions 34, Minnesota Vikings 28
New Orleans Saints 22, Tennesse Titans 17
Houston Texans 20, Cincinatti Bengals 19
Arizona Cardinals 21, San Francisco 49ers 19
San Diego Chargers 37, Buffalo Bills 10
Green Bay Packers 46, Oakland Raiders 16

Tim Tebow mostra a carta maior. (c) The Washington Post 
Chicago Bears @ Denver Broncos


1234OT
CHI0073010
DEN00010313


Sem Jay Cutler, os Bears tem Caleb Hanie que não dá muito a conta do recado. Jogando em Denver, no Sports Authority Field a equipe visitante abre o placar com TD de Marion Barber correndo nove jardas para a end-zone. Field goal e no último quarto uma vitória de 10 a zero sobre os donos da casa, os Broncos. Bem, até ali uma vitória que já colocava Chicago com alguma vantagem no placar. Eis que ele aparece. O salvador, lindo, maravilhoso, fantástico, gostosão, bonitão, e etc e tal que sigam nessa toada abrupta de elogios a esse QB selecionado na primeira rodada do draft do ano passado. Tim Tebow acha Demaryius Thomas e faz um lançamento de 10 jardas para o TD. Um FG de Matt Prater empata a partida contra os Bears. Tebow vem sendo adorado pela mídia americana como a aposta que deu certo. Concordo sim com a opinião do colunista da ESPN, Paulo Antunes quando ele diz que a promessa navega em aguas misteriosas. E eu completo: vamos dar mais duas temporadas a esse rapaz e vamos ver se ele consegue mostrar a que veio. And this is it.




Sunday Night Football


Eli Manning é a estrela do espetáculo. Cowboys on fire.
Dallas Cowboys @ NY Giants


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NYG51071537
DAL71031434


Numa partida eletrizante, que valia a liderança da NFC East, os Giants se deram melhor num desempenho impressionante do sempre sensacional Eli Manning que alcançou 400 jardas e dois TD's fazendo jus por serem uma das melhores equipes da liga. No primeiro quarto, o placar é aberto após Tony Romo sofrer um tackle na end-zone e acabar anotando um safety. Tempo depois, os Cowboys marcam passam a frente do placar, com um touchdown de John Phillips após lançamento de 12 jardas do QB Tony Romo. Pegando fogo no Cowboys Stadium, o segundo periodo já começou com TD de Brandon Jacobs para NY passando a frente no placar. Não demorou nem um pouco para o wide receiver Laurent Robinson entrar na end zone e dizer "CHEGA" para a turmarada de Nova York. Um terceiro periodo começa e quem aparece é Mario Manningham anotando um touchdown para os donos da casa que começa a avançar no placar. Miles Austin e Dez Bryant anotam um TD cada e parece que a festa acabou. VAMO EMBORA PESSOAL, A FESTA ACABOU. Ops... Não se o time adversário for conduzido por um tal de Eli Manning. Oh My Goodness! What's going on! Após hand off para o RB Brandon Jacobs, Eli Manning veio com um TD. Com a conversão de dois pontos exercida com a maestria de cheesburguer atômico, DJ Ware correu e anotou os preciosos pontos. Jake Ballard antes com um passe de oito jardas feito por Manning fecha a partida. A festa acabou, um brinde aos visitantes.

Monday Night Football


Seattle Seahawks @ St. Louis Rams


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SEA100101030


Tavaris Jackson sem muita dificuldade ao enfrentar o fraquíssimo de dar pena que é a equipe de St. Louis. Se o beisebol jogado lá é campeão de World Series, o respectivo time de Futebol Americano da NFL anda uma tristeza. Duas vitórias e onze derrotas. Só não é pior que os Colts, mas o que pode ser pior que os Colts, convenhamos aqui! 30 a 13. Um jogo fraco de criatividade, Seattle fazendo uma boa campanha é provável que vá aos playoffs dessa temporada, mas não vai longe.

Até mais...